Humans of Science: Yvonne Johansson

(Photo: Marina Fridman)

 

 

Who are today’s scientists? Inspired by the project “Humans of New York”, Ar Magazine turns the spotlight on individual humans of science every month.

Name: Yvonne Johansson
Lab: Cortico-striatal Microcircuit Lab, Karolinska Institute, Sweden
Scientific interest: Understanding the synaptic properties of cortical and thalamic projections onto different types of striatal neurons

“I have synesthesia. Certain concepts – like letters and numbers – appear as colors in my mind. My parents discovered it when I was young, but I never really explored it because…well… it was normal for me. I couldn’t imagine how it could be differently. It wasn’t until I was traveling through northern Sweden, when I was 22, that I met someone who started asking me more questions about my synesthetic experience. I realized that not only numbers, but also days and months have color for me, and they don’t for other people. Funny how you go abroad to see new things in the world and end up learning more about the things that were always right there.”

Yvonne Johansson grew up in Germany, where she studied biology and neuroscience before moving to Stockholm to do a PhD at the Karolinska Institute. She is interested in understanding how the brain combines different types of information to produce appropriate movements. Making discoveries motivates not only her work but her hobbies as well when she is not running experiments, she is likely to be found on a plane en route to faraway lands.

(Em português)

“Tenho sinestesia. Certos conceitos – como letras ou números – surgem como cores na minha mente. Os meus pais descobriram a minha sinestesia quando eu era pequena, mas nunca lhe dei atenção porque… sei lá… porque para mim, era algo normal. Não conseguia imaginar que pudesse ser de outra forma. Foi só aos 22 anos, enquanto visitava o norte da Suécia, que conheci alguém que começou a fazer-me perguntas acerca da minha experiência sinestética. E aí, percebi que não são apenas os números, mas também os dias e os meses que vejo como cores – algo que não acontece às outras pessoas. É curioso ter sido ao viajar para o estrangeiro, para descobrir coisas novas no mundo, que acabei por perceber melhor algo que sempre esteve comigo.”

Yvonne Johansson cresceu na Alemanha, onde estudou biologia e neurociências antes de se mudar para Estocolmo para fazer o doutoramento no Instituto Karolinska. Está interessada  em perceber como é que o cérebro combina diferentes tipos de informação para produzir os movimentos certos. Poder descobrir coisas novas motiva não só o seu trabalho, mas também os seus passatempos: quando não está no laboratório a fazer experiências, o mais provável é encontrá-la a bordo de um avião a caminho de  terras longínquas.


 

Marina Fridman is a PhD student in the Cortical Circuits Lab at the Champalimaud Centre for the Unknown

 


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